sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Petrogul, vários textos

Então, dança um mundo para girar, lança um rumo para atirar no ventre da lucidez indistinta
Na memória, os voos de meia asa comemoram com brado na vitória e aquela meta passou à história
Com um reflexo atingimos a luz
E deixamos um biscoito de morango com forma de coração
E aos Deuses dirigíamos uma oração que a bendissesse para a história
Enquanto fugíamos das avenidas passageiras
Sem saber onde tínhamos os joelhos
Destruídas as nossas telhas
Perdidas as bagageiras
Eis que te ajoelhas
E pedes a Deus umas vidas ligeiras

Petrogul Al-Saphyria

É para ganhar, é para perder
É para derreter, para arder
Viciar em morrer
É viver para ver
É sentir para crer

O fim de tudo a aparecer

Petrogul Al-Saphyria

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