domingo, 3 de janeiro de 2016

Os Homens Quebrados (XXVI)

Queríamos que o nosso choro buscasse o riso,
Mas no seguinte momento indeciso
Foi de novo o lenço preciso
E escondemos o nosso rosto marcado
De rugas onde correram derramadas
Águas de milhares mágoas

Somos os Homens Quebrados,
Cedemos em todos os momentos
Porque a fragilidade das nossas estruturas
Já desabou e continuará a desabar
Nas ruínas das ruínas das ruínas

Este é um livro anunciador, com certeza ele vos despertará para os caminhos que não deveis seguir.
Esta é uma mensagem para os mundos, a sua veracidade será confirmada antes do Juízo.

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