segunda-feira, 25 de abril de 2016

Segurança 322

De quarto para quarto há cores feitas de céu,
Mas das esquinas surgem vultos que a vida perdeu,
Sombras da morte que dançavam por trás do véu
quando a comunhão em verde esperança sucedeu.
Essas almas doentes e negras que a vida não viveu
Trabalham incansavelmente para fazer do inocente réu

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