quarta-feira, 4 de maio de 2016

Contos Eróticos de Fernando Bacalhau (Alexandra Lencastre)

Estava a viajar à boleia no Alentejo, farto de que os velhos passassem sem parar para me acolher, quando avistei ao longe um carro vermelho que me encheu de esperança, porque havia algo naquela cor que destoava da apatia a que os carros que iam passando me habituaram. Estendi o dedo polegar, perdendo um pouco de esperança quando reparei que o carro era guiado por uma mulher loira, porque as mulheres, quando viajam sozinhas, não costumam parar para dar boleia. Preparado para mais uma decepção, esbocei o meu sorriso mais charmoso e esperei pela sorte. E não é que ela parou mesmo?! Corri para o carro, e, quando abri a sua porta, tive a minha segunda surpresa. O carro vermelho era conduzido pela voluptuosa Alexandra Lencastre, popular actriz portuguesa.
- Entra, entra, eu não costumo dar boleia a qualquer pessoa. - disse-me ela e depois trincou o lábio.
Esta frase fez com que o meu coração disparasse, o meu sangue acelerou em torrentes e eu senti o meu membro preferido a agigantar-se dentro das calças. Quando me sentei coloquei a minha mochila sobre as pernas para disfarçar. Ficaria bastante envergonhado se ela visse o meu amigo erecto.
Ela arrancou e só então me lembrei de lhe perguntar para onde é que ela estava a ir, para minha grande felicidade tínhamos um destino comum, a viagem duraria cerca de uma hora. A conversa foi-se desenrolando, eu disse-lhe que apreciava imenso o seu trabalho e perguntei-lhe como tinha sido trabalhar com o João César Monteiro. Ela disse que ele era um fodilhão incorrigível, que gostava muito dele. Eu não conseguia disfarçar o interesse que as suas mamas me causavam. Pareciam ser um Universo por explorar, aqueles dois gigantes balões e eu não conseguia deixar de pensar na minha pila a dançar no espaço que havia entre cada um dos seus mamalhões.
- Podes pôr a mochila lá atrás, não tem problema. - disse-me ela.
Eu continuava, obviamente, com uma erecção monumental.
- Não, não é preciso, obrigado, eu estou confortável. - respondi-lhe eu.
- Oh, deixa-te de tretas. - Disse ela e pegou na minha mochila, atirando-a para o banco de trás, porém, no momento em que ela pegou na minha mochila, acabou por sentir a dureza quase diamantina do meu gigantesco orgão.
- Oh lá, o que é que temos aqui? - perguntou ela, enquanto sorria sedutoramente. - Tira-o para fora.
Eu nem pensei duas vezes, desapertei as calças e soltei-o, sentindo um grande alívio no momento em que lhe dei liberdade.
- Hey, nunca tinha visto um destes! - disse-me ela enquanto punha a sua mão por cima dele e começava a masturbar-me. Comecei a arfar e apertei as suas mamas, sentindo toda aquela delícia. Ela estava passada com o meu mangalho e começou a fazer-me sexo oral enquanto conduzia. Eu disse-lhe para ter atenção à estrada, mas ela disse-me para não me importar, nada ia acontecer. Comecei a guiar eu o volante enquanto ela chupava com deleite o maravilhoso sabor do meu pénis. A certa altura ela ficou tão excitada que deu uma guinada no volante que eu tentava controlar e esbarrámo-nos numa árvore. Os seus majestáticos seios foram a nossa salvação, eu pude senti-los na perfeição enquanto eles aparavam o choque do carro. Ela sorriu-me.
- Fui comprar o carro a Madrid e quando o gajo que lá estava me perguntou se eu queria que o meu carro tivesse airbag desmanchei-me a rir na cara dele, desabotoei a camisa e mostrei-lhe as mamas. Ele estendeu a mão para tocar aqui, mas eu dei-lhe um safanão. Não é qualquer imbecil que tem esse direito,  - quando disse isto piscou-me o olho - muito menos um espanhol, mas esta é só uma das utilidades destas meninas. - concluiu ela, dando safanões nas próprias mamas.
Saímos do carro destroçado, demos as mãos e começámos a caminhar naquela planície quase deserta, tipicamente alentejana. Chegámos ao pé de um chaparro e parámos sob a sua sombra. Demos um longo beijo, o nosso primeiro e a Alexandra pediu-me que fosse ao topo da árvore buscar frutos. Eu disse-lhe que aquela árvore não dava frutos, mas ela insistiu. Olhei e não vi nada, depois ela explicou-me que tinha mesmo de ir até lá. Eu até sou um bom trepador de árvores, mas aquela ali tinha um tronco grosso que só começava a ramificar a 3 ou 4 metros do chão, era impossível para mim. Comecei a pensar que se tratava de um truque qualquer mas a Alexandra voltou a tirar o soutien e isso deixou-me descansado.
- Não sei como trepar, Alexandra. - Disse-lhe eu algo envergonhado.
Ela sorriu de forma condescendente e chamou-me:
- Vem cá que eu explico.
Eu aproximei-me dela maravilhado com aquelas mamas monumentais. Ela estava deitada à sombra e falou-me com a sua voz mais sedutora.
- Descalça-te.
Eu obedeci, estava louco de paixão, queria fornicá-la até à exaustão.
- Põe os teus pés aqui, nas minhas mamas.
Obedeci também a esse seu estranho pedido. Primeiro um pé, depois o outro. Era difícil manter o equilíbrio em cima daqueles lindos seios. Ela riu-se e disse:
- Já vais aprender a manter o equilíbrio, lindinho, começa a balançar-te, em bicos de pé, na planta, em bicos de pé na planta, vá lá, salta, salta.
Eu dei um pequeno salto e percebi logo qual era a sua ideia! Os seus mamalhões serviriam de trampolim para eu chegar ao topo da árvore. Saltei um metro, dois e a gaja parecia estar cada vez a gostar a mais. Nesta altura já tinha percebido que não havia fruta nenhuma no topo da árvore, que tinha sido só uma desculpa dela para eu saltar nas suas mamas, mas mesmo assim continuei a participar na mentira, fazendo de conta que continuava a tentar apanhar qualquer coisa na copa do chaparro. Sempre que aterrava nas suas mamas tentava raspar no seu mamilo com a unha grande do meu pé, isso deixava-a demente de prazer. Quando já estava a saltar 3 metros e meio ela baixou as suas calças e começou a tocar-se. A Alexandra Lencastre gemia de deleite enquanto eu saltava nos seus enormes seios numa planície alentejana sob a sombra de um chaparro, quem diria que a minha viagem ao Alentejo ia ter um momento tão peculiar. Quando eu senti que os seus gemidos se aproximavam da explosão climática tirei as minhas calças em pleno voo e lancei-as para longe. O meu grande e grosso tronco erecto cheio de veias causava inveja ao tronco do próprio chaparro. Dei mais um salto nas suas mamas e ela, vendo o meu poderoso pénis gritou:
- Sim, vem, vem!
Dei um último salto nas suas mamonas, duas piruetas no ar, um mortal, fiz pontaria perfeita e enterrei o meu caralho triunfante profundamente na sua húmida cona. O uivo de puro prazer que ela lançou para os céus encheu a planície e ainda hoje ressoa nos meus ouvidos, não que eu nunca tenha causado semelhante prazer numa mulher, mas todos os gemidos das minhas amantes ficam gravados na minha memória. Estou seguro que ela nunca teve um orgasmo tão bom como esse, sob a sombra de um chaparro na planície alentejana. Apesar de a Alexandra Lencastre se ter vindo abundantemente, continuei a penetrá-la sem dó nem piedade e ela continuou a adorar as minhas investidas. Passados 45 minutos, quando finalmente parámos, ficámos os dois abraçados, contemplando a serenidade do mundo debaixo daquele chaparro surpreendido, que certamente nunca tinha visto tanta paixão em duas almas animais.

Fernando Bacalhau

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