A execrável e horrível Maria Vieira canta "Happy Birthday" ao estilo de Marilyn Monroe ao cabrão do André Ventura, presidente do CHEGA. É caso para dizer, "cada um tem a Marilyn que merece"
Estava a viajar à boleia no Alentejo, farto de que os velhos passassem sem parar para me acolher, quando avistei ao longe um carro vermelho que me encheu de esperança, porque havia algo naquela cor que destoava da apatia a que os carros que iam passando me habituaram. Estendi o dedo polegar, perdendo um pouco de esperança quando reparei que o carro era guiado por uma mulher loira, porque as mulheres, quando viajam sozinhas, não costumam parar para dar boleia. Preparado para mais uma decepção, esbocei o meu sorriso mais charmoso e esperei pela sorte. E não é que ela parou mesmo?! Corri para o carro, e, quando abri a sua porta, tive a minha segunda surpresa. O carro vermelho era conduzido pela voluptuosa Alexandra Lencastre, popular actriz portuguesa. - Entra, entra, eu não costumo dar boleia a qualquer pessoa. - disse-me ela e depois trincou o lábio. Esta frase fez com que o meu coração disparasse, o meu sangue acelerou em torrentes e eu senti o meu membro preferido a agigantar-se den...
1959 - Nasço em Tapuy-Borã, no Sul do Brasil. Não conheço a identidade do meu pai. A minha mãe cria-me com carinho e baptiza-me. Agora chamo-me Zenit Saphyr, os meus amigos tratam-me assim, mas em tempos chamei-me Zênite, a forma abrasileirada de Zenit. 1963 - Oscar Zândavalli, amigo de minha mãe, é brutalmente assassinado. Ele oferecera-me a primeira bola que eu tive e era muito próximo de mim. Senti a sua falta. 1964 - Adjalmo Saldanha, um dos principais fazendeiros de Tapuy-Borã/Mundo Novo e um dos homens mais importantes da aldeia, ensina-me a ler e a escrever, com a ajuda de outros locais. Aprendo rapidamente e começo a ler bem nesse mesmo ano. 1965 - Neste ano comecei a embrenhar-me em leituras profundas com apenas seis anos! A minha mãe tinha muitos livros em português que lhe foram legados por um amigo inglês que conhecera em São Paulo, Jack Goodman. Nunca me esquecerei do nome deste senhor cuja história de vida foi bastante trágica. Era um poeta cheio de talento, mas su...
Dicionário para fundar novas palavras (Estas palavras que proponho) A pedido do amável e querido senhor Cavaco Silva, o nobilíssimo presidente da República e expoente máximo da divulgação da lusofonia pelo mundo fora, empreenderei a missão de criar novas palavras para o uso dos portugueses e dos outros povos lusófonos. Todos os dias confrontamo-nos com situações que não podemos descrever, ou por elas serem, julgamos nós, irrepetíveis, ou, por simplesmente serem diferentes de tudo o que conhecemos. As palavras que existem nem cobrir podem tudo o que se passa debaixo do céu, e nós gostamos de pensar no que há a cima dele…O tempo trará sempre novas palavras. Estas palavras que proponho versará sobretudo sobre sentimentos ou eventos intemporais, comuns a todas as épocas e a todos os homens. Aqui também apresentarei traduções possíveis para palavras que existem noutros idiomas e que são de uso corrente em português. Dar nomes às coisas confere-lhes poder. Acçõe...
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