domingo, 3 de janeiro de 2016

Os Homens Quebrados (XXVII)

Tremendo, caminho na Madrugada
Como uma asa num sonho
Sacudo o vento e voo
Para um rotundo nada
Como uma árvore no mundo plantada
A atmosfera nunca está mudada
Mas não atinjo a tranquilidade vegetal
Porque o meu corpo animal
Quer a sua energia vital
Rumar a Ocidente para o destino Final

Preso nesta armadilha Fatal
Aguardo o dia para me pôr com o Sol a Ocidente
E ignoro o nascer do Sol a Oriente
(Quando eu chego ao mundo vindo do reino da inconsciência o sol tem de estar no céu)

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